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Limitações Técnicas e Dependências Declaradas
Declaração Formal de Dependências de Plataforma, Limitações de Hardware e Concorrência (Regra 23)
Em estrita conformidade com a Regra 23 do projeto CyberCore Signer ("Não invente suporte a certificados, tokens, providers, algoritmos ou hardware que não tenham sido realmente implementados/testados. Quando algo depender de fabricante, middleware, Windows ou hardware físico, declare a dependência"), as seguintes limitações técnicas e dependências são formalmente declaradas:
1. Dependências de Sistema Operacional e Repositório Nativo
-
Repositório Nativo do Windows (
Windows-MY):- O provedor
WindowsCertificateStoreProviderdepende exclusivamente das APIs Win32/CryptoAPI e CNG expostas pelo provedorSunMSCAPIdo JDK. - Disponibilidade: Suportado exclusivamente em Microsoft Windows (Windows 10 e Windows 11).
- Comportamento em Linux e macOS: O provedor declara-se indisponível (
isAvailable() == false) em sistemas não-Windows, operando através de arquivos A1 (PKCS#12) ou acesso PKCS#11 direto.
- O provedor
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Arquitetura de CPU dos Middlewares Proprietários:
- A maioria dos drivers comerciais de tokens USB no Brasil (ex: SafeSign Identity Client da AET Europe e SafeNet da Thales) é compilada nativamente para a arquitetura x86_64 (64-bit).
- Ambientes executando em processadores ARM64 (como novos computadores Windows on ARM ou Apple Silicon) requerem a camada de emulação x64 do sistema operacional para carregar essas bibliotecas dinâmicas legadas.
2. Dependências de Hardware e Middlewares de Terceiros
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Tokens A3 e Leitores de Smartcard Físicos:
- O CyberCore Signer não substitui os drivers do fabricante do token. É indispensável que os drivers de hardware e o middleware do fabricante (SafeSign, SafeNet, GD Burti, Certisign, OpenSC, etc.) estejam instalados na estação de trabalho para que o sistema operacional e a leitora USB reconheçam o chip físico.
- O agente detecta a presença da biblioteca e interage com o dispositivo através de interfaces padronizadas (PKCS#11 ou CAPI/CNG).
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Política de Bloqueio por PIN Incorreto (Controle do Chip Físico):
- O chip criptográfico de qualquer smartcard ou token ICP-Brasil possui um contador de segurança interno em hardware (geralmente limitado a 3 tentativas incorretas consecutivas).
- O bloqueio do cartão e a exigência do código de desbloqueio (PUK) são governados com exclusividade pelo hardware do fabricante. O software do CyberCore Signer não tem como burlar, redefinir ou impedir esse bloqueio.
3. Concorrência e Acesso a Dispositivos Mono-Thread
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Serialização Mandatória de Operações (
signLock):- A especificação PKCS#11 e a maioria das implementações de drivers de smartcard operam sob canal serial exclusivo de I/O por leitora.
- Requisições simultâneas de assinatura contra o mesmo token físico causam erro de sessão ou congelamento no driver caso executadas em paralelo.
- Solução Arquitetural: O CyberCore Signer enfileira todas as operações criptográficas através de uma trava FIFO (
signLock), processando cada assinatura individualmente e garantindo a estabilidade do hardware.
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Isolamento de Origem e Rede Loopback:
- O servidor local CCSP/1 vincula-se estritamente ao endereço
127.0.0.1:21325. O agente não suporta e deliberadamente rejeita conexões de computadores remotos da rede local (LAN), priorizando a segurança e a inviolabilidade da máquina do usuário.
- O servidor local CCSP/1 vincula-se estritamente ao endereço